Por un Pachukanis sin concesiones: la crítica de la forma jurídica y los errores de la lectura dependentista del derecho
DOI:
https://doi.org/10.32399/ICSYH.bvbuap.2954-4300.2025.7.13.811Palabras clave:
derecho insurgente, forma jurídica dependiente, ideología jurídica, humanismo teórico, reproducciónResumen
Brasil y América Latina viven un intenso debate sobre el legado de Evgeny Pachukanis. Este diálogo cobró impulso en 2017, cuando se publicaron casi simultáneamente dos traducciones de La Teoría General del Derecho y el Marxismo, su obra fundamental, cuyo centenario inspira este Dossier. Este artículo busca organizar y profundizar ese debate, confrontando dos perspectivas: 1. la lectura dependentista del derecho, basada en el diálogo entre Marini y Pachukanis, que resulta en la propuesta de la categoría “forma jurídica dependiente” y del derecho insurgente como resolución política; 2. el análisis basado en la crítica marxista de la forma jurídica, combinada con la teoría althusseriana de las ideologías, que entiende el derecho como elemento estructural de la reproducción del capitalismo, articulando conceptos como forma jurídica, ideología jurídica y conformación de la forma jurídica en diferentes formaciones sociales. Eliminando el falso eje de la polémica - que reduce la discusión a una supuesta dicotomía entre “uso táctico” o “rechazo” de la lucha jurídica - demostramos que las verdaderas diferencias son teóricas, metodológicas y políticas, que tienen implicaciones directas para la lucha de la clase obrera por superar el capitalismo, ya que implican desde la comprensión del Estado hasta la estrategia de transformación social.
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